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21 de outubro de 2016

Post Semestral da Tamires!

Hoje vou falar pra vocês de uma coisa que acontece com todo mundo pelo menos uma vez na vida, menos com aqueles que não querem admitir. Depois de seis meses sem escrever no blog eu volto para falar de HIMYM e amores impossíveis.

O texto ta recheadinho de spoilers e coisas que eu queria dizer desde que eu terminei a série, então cuidado!
Se você está ou já passou pela casa dos 20, talvez já tenha encontrado a sua Stella que te abandonou quando você precisava, ou a sua Karen que te fez de trouxa, ou mesmo a sua Nathalie com quem você não foi muito legal, certamente já encontrou uma Becky com quem você se divertiu muito, mas não foi nada sério, ou já encontrou sua Victória que você teve que deixar partir, ou até mesmo aquele amor doído e opressivo da Zoey. Mas com absoluta certeza já encontrou a sua Robin! Aquela pessoa que chega de repente e nem precisa dizer muita coisa, e você já sabe que vocês foram feitos um para o outro. Aquela pessoa que gosta de tudo o que você gosta, e que completa as suas frases. Aquela pessoa que É a “tampa da sua panela”, mas as suas histórias tem caminhos diferentes. Você sabe do que eu estou falando.
Pelo menos eu sei que eu sei. Apesar de não gostar de falar aqui da minha vida pessoal, confesso que encontrei e perdi minha Robin precisamente em abril de 2013. Desde então tenho topado com várias Becky’s e até mesmo algumas Zoey’s, por vezes até com a Jeanette, mas de um jeito estranho, como o Ted, continuo de olho na Robin. A gente faz essas coisas, e apesar de eu não ter nenhum método científico que comprove minha teoria, nem um campo amostral que comprove que é um comportamento comum da raça humana, hoje eu vou te explicar como isso acontece, e é muito simples: é porque não tiramos os olhos da Robin!!! Pense bem: a Victória era perfeita para o Ted, eles só não ficaram juntos porque o Ted ainda estava apaixonado pela Robin. E a Tracy só acaba sendo a THE ONE porque ele finalmente tinha deixado a Robin ir. Qualquer uma das namoradas do Ted teriam sido perfeitas se ele não tivesse ficado 9 fucking temporadas apaixonado pela Robin.
Esse era o ponto em que eu queria chegar: às vezes a gente perde. E a gente não pode ficar tanto tempo olhando para trás e se perguntando “e se... ?”, ou esperando a oportunidade de ficar com a Robin de novo. A gente precisa aprender a deixar passar. Tudo bem que às vezes o passado senta na mesa do bar com os seus amigos e toma uma cerveja com você, e quando é assim é difícil mesmo seguir em frente, mas é preciso. Saia com outros amigos que não só a Lily, o Marshall e o Barney, nesse aspecto eu tenho certeza que você é melhor que o Ted e tem mais amigos. Ou então encontre a sua Amy, pra te dar um sacode. A essa altura do texto, você já deve saber que não deveria estar aceitando conselhos amorosos vindos de mim.
De qualquer forma, é por isso que eu detesto o final de How I Met Yor Mother. Algumas pessoas falam: é perfeito porque eles realizaram seus sonhos separadamente e se encontraram de novo para ficarem juntzzzzzzZZZZZzzzzzz. Não é justo com a Robin.
A Robin é uma mulher forte que saiu do seu país buscando sucesso na sua carreira. É uma mulher que, apesar de absolutamente linda, não se apega aos estereótipos de gênero, não sonha em ter filhos nem em se dedicar inteiramente a um casamento. Mas é injusto dizer que ela não sonhava em encontrar alguém com quem ela pudesse dividir a vida dela. Tanto sonhava que enterrou a coisa velha dela no Central Park quando era adolescente. E ela encontrou alguém! Alguém que gostava de desafios e Whisky tanto quanto ela, alguém que entendia os problemas dela e não projetava os seus sonhos acima dos dela. Alguém que desistiu de um par potencialmente perfeito (Nora) para ficar com ela, alguém que só queria ficar com ela, e depois dela desistiu completamente de encontrar o amor em outras pessoas. Aí você me diz: “Ah Tamis, o Barney não...” O Barney sim, eu digo! Ah, tudo bem, ele era incrivelmente misógino, egoísta e mentiroso. Mas ele era uma pessoa melhor quando estava com a Robin, e ele a amava. Ouso dizer que até mais que o Ted, pois ele estava disposto a fazer sacrifícios reais por ela. E sim, eles não eram perfeitos juntos, mas era isso que os fazia reais, e o motivo pelo qual eles terminaram não fazia nenhum sentido, foi só pra ela ficar com o Ted no final, provando que não importa o quão legal e incrível o personagem dela fosse, ela era só um personagem projetado para ficar na sombra do protagonista, como toda boa personagem feminina, e isso é especialmente triste pra mim porque eu era muito fã da Robin.
Sei que muita gente é #teamted e gosta do final a série, mas eu acho estúpido deixar que tudo que a série tem a dizer sobre a vida real vá por agua a baixo. Eu particularmente acho o final muito fraco, simplesmente porque às vezes a gente luta por alguém, muito, a gente faz até chover, mas não dá certo. E a gente não pode ficar a vida toda tentando, algumas batalhas a gente tem que entregar e seguir em frente.

Tamires~

27 de junho de 2016

Phineas e Ferb: A verdadeira história!

Vocês já assistiram "Phineas e Ferb", do Disney Chanel?
É um dos meus desenhos preferidos, desses mais atuais! Phineas e Ferb são dois irmãos que passam os verões procurando coisas mirabolantes pra construir, enquanto sua irmã, Candence, tenta dedura-los para a mãe, sem sucesso algum.
Eu acho sensacional. Apesar de não ser tão viajante quanto "Hora de Aventura", os episódios trazem coisas bem alucinantes e referencias a diversas coisas do estilo "entendedores entenderão"!
Mas o que eu vim dizer é que recentemente eu li a verdadeira história em um site, não sei se a versão é muito confiável, pois não tinha fonte, nem escritor, mas é muito interessante mesmo!
'No ano de 1993 em uma casa humilde, viveu uma garota chamada Candace Flynn, que tinha esquizofrenia. Quando Candace era apenas uma criança, seus pais se divorciaram, deixando aos cuidados da sua mãe que nunca foi de dar muita atenção a ela. Ao nascer seu irmão Phineas, que sofre de hiperatividade e Ferb seu meio-irmão, que nasceu com um caso grave de retardo mental, que entre outras coisas o impede de falar, as coisas foram de mal a pior para o desenvolvimento de Candace, fora a sua imaginação... a jovem sempre imaginava seus irmãos construindo “coisas” e vivendo grandes aventuras. Durando o dia, Candace dizia a sua mãe sobre “as grandes aventuras que seus irmãos viviam” e é claro que a mãe da jovem não via nada. Preocupada com isso, a mãe vai para um especialista, o psiquiatra Heinz Doofenshmirtz, que deu remédios fortes para Candace tomar; com esses medicamentos psiquiátricos que foram destinados para acalmar a jovem, só pioraram e isso levou a um vício crescente que a introduziu a experimentar drogas mais pesadas a cada vez. A mãe até tentou dar um ornitorrinco (de onde o avô trabalhava) de mascote, com tentativa de fazer amizades, mas Candace matou o ornitorrinco com um livro do Harry Potter, e logo depois se lambuzou-se com o sangue do pobre animal.
A garota, cansada de que ninguém acreditava que suas histórias sobre os seus irmãos fossem reais, decide escrever em um diário tudo que acontecia na vida dos seus irmãos... nas suas criações e aventuras. Em 2007, Candace Flynn, de 14 anos é encontrada morta em seu quarto, juntamente com uma nota de suicídio escrita na última página de seu diário; de acordo com médicos legistas, Candace morreu de uma overdose intencional de várias drogas e de ter ingerido dois litros de cloro. Até o final de 2007, a mãe de Candace aflita com tudo, decide vender essa história(que estava no diário), para o Disney Channel, que mostra interesse na compra e em 01 de fevereiro de 2008, uma história distorcida e reforçada chamada de "Phineas e Ferb" estréia mundialmente e é adorado por todos, que sem saberem a verdade, passam horas na frente da TV assistindo essa doce história feliz."
E ai, o que acharam? Procede?

Luciana~

19 de maio de 2016

KareKano~

Que saudades eu estava de assistir um anime, e como vocês sabem, depois daquele post cheio de música e nostalgia, e preparação pro Anime Friends, eu não to resistindo (L).
Essa semana eu comecei a ver de novo "Kareshi Kanojo ou Jijou" ~ apelidado pelos fãs (e preguiçosos! hahaha) de Karekano!
O anime conta a história de uma menina que fazia de tudo pra ser a melhor da turma e passar uma imagem de filha e garota perfeita na escola. Já enquanto estava em casa, era uma pessoa completamente diferente, estabanada, destrambelhada e nada parecida com a Miyazawa que todo mundo conhecia fora dali. Sempre conseguia as melhores notas e primeiros lugares em todas as categorias da escola, das matérias aos esportes. Até Arima chegar à escola.
No começo eles não se dão nada bem, por disputarem as mesmas vagas e posições nos topos das listas. Mas as coisas vão mudando quando Arima descobre a verdadeira face de Miyazawa. E depois disso muito coisa rola. É uma história muito romântica, mas que também fala muito sobre nossas descobertas pessoais. 
Na época da escola, quando eu assisti esse anime pela primeira vez, eu me identifiquei muito com tudo. E partes dele, quando vi agora, ainda fizeram muito sentido pra mim. É um dos, se não for o primeiro da lista, dos meus animes preferidos. Sem falar da trilha sonora linda e de toda as metáforas visuais que aparecem no decorrer dos episodios. 
Nunca li o mangá, e não sei se tem um final diferente. E nem vou ler, não gosto muito de ler on line, e os mangás ultimamente estão custando o preço de uma casa. hahaha~ Mas se eu acha-los num sebo (como já achei todos os Fruit Basket!) com certeza eu vou comprar, a precinhos bem supimpas!  
O mangá foi lançado em 1996 e o anime começou a ser exibido em 1999. Eu assisti a primeira vez em 2005 (quando meu único amigo que tinha uma internet discada baixou episodio por episodio pra mim, e naquela época, acreditem, isso levou meses!) e novamente agora, 11 anos depois, e me apaixonei do mesmo jeito!

Você podem ler o mangá on line!
Ou assistir os episodios legendados! São só 26!

Espero que gostem!
Luciana~

24 de abril de 2016

Feriado e filmes

Ok, estou arrasada por que o blogger acabou de apagar meu post, mas vamos lá mais uma vez!

Aproveitei esse restinho de feriadão pra ver alguns filmes que estavam na minha lista do Netflix (Deus abençoe o Netflix!) e acabei me apaixonando muito por dois! Sabe quando parece que alguém andou observando as coisas que você faz e transformou num filme? Me senti um pouco assim hoje! 

Comer, Rezar e Amar
No começo desse ano passei por uma fase bem ruim, onde cheguei a pensar que minha mudança pra SP tinha sido em vão e que nada do que eu sonhei ia realmente virar realidade um dia. Pensei em colocar meu rabinho entre as pernas, como Ashton Kutcher naquela cena em "De repente é amor" e voltar pra casa da minha mãe. Infelizmente eu não tinha a conta bancária da Liz - personagem de Julia Roberts e protagonista do filme - pra ir resolver meus problemas comendo macarrão na Itália e meditando na  India, então tive que resolver meus problemas por aqui mesmo e parece que a nuvem negra finalmente está saindo de cima da minha cabeça! Mas fiquei com muita vontade de começar a carimbar meu passaporte, sabe? Eu sempre sonhei em ir em Londres (por conta do Harry Potter), Disney, India, Mexico, Irlanda, e agora Bali, mas sempre pensei que isso são só sonhos que eu vou ter pra sempre, nunca pensei neles como algo que realmente vá se realizar um dia. Sei lá, é tão difícil pagar as contas todos mês e ainda tentar fazer as coisas que você gosta e etc. Então resolvi mudar de pensamento, e eu vou trabalhar muito e quem sabe no futuro eu consiga visitar todos os luares, hãn?!

Magia além das palavras
Aí depois eu vi esse. Sério, parece um aviso divino sobre a minha vida! hahaha~ Eu me identifiquei tanto com J.K., o fato de ela mudar de emprego o tempo todo e nunca ta feliz fazendo qualquer uma das coisas que tentou fazer, se formou em uma faculdade "prática" por que todo mundo falou pra ela que era preciso ter uma, e por aí vai, sério. Minha vida. E de repente ela me aparece com uma caixa cheia de manuscritos, desenhos e anotações sobre personagens de um livro que ela nunca terminou de escrever. Eu e minha caixa, que somos companheiras a 11 anos e de lá nunca saiu nada! Não to me comparando com a J.K., valha-me Deus que eu consiga um dia chegar aos pés desa rainha, mas sei lá, talvez um dia seja a hora de abrir mão um pouco das coisas e fazer algo só pq me faz feliz. Isso é claro, no dia que o capitalismo deixar! HAHAHA~

Enfim, dois filmes maravilhosos que ainda dá tempo de você ver antes de acabar esse feriadão maravilhoso e calorento! 
Ah, tem os dois no Netflix do amor! <3

31 de março de 2016

Quanto vale um filme

Cá estou eu de novo para escrever obre cinema nacional!

Por quê? Porque acho que muitas questões ficaram em aberto desde o ultimo post sobre o tema.

Bom, hoje vou fala um pouco sobre distribuição e orçamento, e sobre porque a maior parte das pessoas nunca ouviu falar de filmes nacionais como Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo, Insônia, Anita e Garibaldi, O Rio Cigano, Boi Neon, Destino, Walachai, e muitos outros.


Como foi dito no outro post, o maior problema que filmes autorais encontram hoje é a distribuição. Isso porque geralmente é necessário fazer parcerias com distribuidores e exibidores que comprem a ideia do filme, e é por isso que as comédias chanchadas fazem muito mais sucesso, porque para o distribuidor é mais seguro lançar um filme como De Pernas pro Ar do que Boi Neon. O que acontece é que a maior parte desses filmes não são lançados, e quando são, tem apenas um numero escasso de salas de cinemas para serem exibidos. Restando-lhes assim apenas o lançamento em DVD e parcerias com emissoras de TV.

A Ancine (Agencia Nacional de Cinema) possui o Fundo Setorial do Audiovisual, que é um fundo destinado a toda produção nacional, entretanto não corresponde com o número de filmes produzidos de forma independente. Assim também é com os editais e prêmios, que, apesar de terem crescido muito nos últimos tempos, ainda não consegue atender a toda a numerosa produção brasileira. Outra forma de arrecadação de fundos é buscar empresas privadas que apoiem o projeto. Por meio da Lei Rouanet, os realizadores do filme podem buscar empresas que o apoiem em troca de isenção fiscal. É bem simples ter um projeto aprovado pela Lei Rouanet, só é preciso que ele se adeque as diligencias que nada mais são do que formalidades. O grande problema se encontra em conseguir empresas apoiadoras, já que estas costumam avaliar se o projeto é lucrativo, daí entre um filme autoral (como Walachai) e um filme com alto teor comercial (como De Pernas pro Ar) fica fácil escolher qual apoiar. A meu ver, o grande problema desta lei é que busca privatizar a cultura, de forma que só se valoriza trabalhos que tenham valor de mercado, tirando a chance de grandes projetos.
E mesmo que se consiga a captar recursos por meio da Lei Rouanet, em geral não cobre todo o orçamento para grandes produções, o que faz com que os realizadores recorram a mais de um recurso, combinando a captação com editais para a realização do filme.

Então, quanto custa fazer um filme?

“Fazer filmes” é bastante caro, equipamentos, equipe, locação, elenco, arte, figurino... Tudo num filme é muito caro, de forma a mover quantias entre 1 milhão e 1,5 milhão, isso economizando bastante, e inventando formas baratas (sim, esses valores estão abaixo do padrão do mercado, e é assim que o cinema independente se vira...).

Agora pense: o filme O Som ao Redor custou 1,8 milhão; o filme De Pernas pro Ar 2 custou 6 milhões. Difícil entender a discrepância, não é? Para os realizadores de O Som ao Redor foram necessários dois anos e uma combinação de editais apoios e prêmios para a captação de recursos. Isso resultou num filme belíssimo, plástico, forte, (que você pode conferir a crítica aqui) e incrível! Com mais de 3 vezes esse orçamento e a facilidade de ser da Globo Filmes, De Pernas pro Ar se apresenta como mais uma comédia chanchada com alto apelo comercial e baixíssima qualidade.

Esse é o ponto em que eu queria chegar: fazer cinema de qualidade no Brasil tem sido bem difícil, difícil de fazer, de distribuir, de exibir. Mas duas notícias me deixaram muito feliz essa semana, a primeira é que foi lançado ontem, terça-feita, o circuito SPCine, que é um circuito público de salas de cinema, que exibirá filmes gratuitos! Com 25 salas, já é a segunda maior rede exibidora da cidade, perdendo apenas para o Cinemark! Isso é muito bom, porque além e levar filmes gratuitos à algumas periferias da cidade, dará oportunidades aos muitos filmes que são produzidos aqui no Brasil e ficam a espera de salas exibidoras.

A segunda notícia que me deixou felicíssima, não é uma notícia nova, mas eu não tinha conhecimento, existe uma lei que torna obrigatória a exibição de filmes nacionais em salas de aula de escolas públicas. Essa lei, é relativamente nova, de 2014, e, pelo que eu sei não tem sido colada em prática, mas já é um bom começo para que cobremos das escola a exibição das tais duas horas mensais obrigatórias. Mais do que ampliar as formas de apresentação de conteúdo para os alunos, a lei possibilita que filmes sejam discutidos como produções cinematográficas, não só como conteúdo de história, biologia e etc, mas como arte. A lei é válida para todo o Brasil e você pode ler mais sobre ela clicando aqui.

Portanto, gostaria de pedir a quem estiver lendo este post que enalteçam o cinema nacional sempre que for possível. Não as comédias-chanchadas-Fabio-Porchat, mas o cinema autoral. Neste momento temos dois ótimos filmes autorais nacionais nos principais cinemas que são Boi Neon e Ela Volta na Quinta. Em São Paulo (sou de SP, não sei dar indicações de outros lugares... sorry!) existem ótimas salas de cinema que costumam passar esse tipo de filme que são Caixa Belas Artes, o Reserva Cultural, CineArte (no Conj. Nacional, ao lado da Livraria Cultura), Matilha Cultural, Cine Olido e Cinusp, nesses cinemas quase sempre encontramos boas produções brasileiras. E lutemos para que seja obrigatório cinemas grades como o Cinemark e o PlayArte exibam filmes brasileiros em suas salas (e o Netflix também!)!

E não deixe de assistir O Som ao Redor, está no Netflix!!

Postado por Tamires Moura

9 de março de 2016

Petra Costa e a Mulher no Audiovisual

Hoje eu estou aqui para enaltecer o trabalho dessa grande cineasta, Petra Costa, que há pouco tempo nos brindou com seu segundo longa “O Olmo e A Gaivota”. Petra fez com que eu me apaixonasse perdidamente por ela em 2012 quando lançou Elena, um dos filmes mais sensíveis e mais belos que eu já vi.

Antes de entrar em detalhes sobre os filmes, gostaria de explicar para os leitores que não sabem o que é o Teste Bechdel. O teste Bechdel é uma “brincadeira” que surgiu pela primeira vez em uma tirinha da autora Alison Bechdel em 1985, onde uma das personagens dizia que só assistia a filmes que passassem neste teste. É muito simples, para passar o filme precisa:

1.       Ter pelo menos duas personagens femininas com nomes e falas;
2.       As personagens devem conversar entre si;
3.       Sobre um assunto que não sejam homens.

Este teste não se limita ao cinema, pode ser aplicado a outras mídias, e demonstra os papeis em que mulheres são colocadas em produções audiovisuais. Estudos de gênero em filmes norte-americanos bem sucedidos demonstram que existem em média dois personagens masculinos para cada personagem feminino, além disso, personagens femininos estão duas vezes mais frequentemente envolvidos em cenas de sexo do que personagens masculinos. Apenas 30% das mulheres em filmes norte-americanos falam, e quando falam é com homens ou sobre homens. O teste não quer dizer que o filme é bom ou ruim, só mostra como as personagens femininas geralmente ocupam papeis secundários.

Mas sabe quais filmes passam no teste? Isso mesmo, os filmes da Petra Costa!



Não é nem necessário dizer quão berrantemente revolucionário, em meio as estatísticas alí de cima, é fazer um filme de mulheres e sobre mulheres!! Em Elena Petra conta a história de sua irmã (Elena) que se suicidou aos 20 anos, e a sua tentativa de entender e por um fim nesse acontecimento. E em O Olmo e A Gaivota, mostra o decorrer de uma gravidez e todas as angústias e medos que vem atrelados a ela, refletindo sempre o que se passa na cabeça de uma mulher gravida. Você pode ler mais sobre Petra Costa e seu trabalho maravilhoso, nessa entrevista que ela concedeu a Revista TPM.

Não ambiciono fazer criticas a nenhum dos dois filmes (como sempre), mas gostaria de comentar o esplendido trabalho de Petra Costa, que é uma diretora, em meio a uma indústria onde 84% dos longas (brasileiros) é dirigido e escrito por homens (nem vou entrar no mérito bracos, heteros, cis e de classe-média, não é preciso). Petra é uma diretora, quejá foi muito premiada, que faz filmes belíssimos, que fez parcerias lá fora, que tem seus filmes exibidos em grandes salas, mas que, de forma impressionante, quase ninguém conhece. E qual outra diretora brasileira a gente conhece?

E não é só aqui, a primeira premiação do Oscar aconteceu em 1929, a primeira (e única) mulher a ganhar o Oscar de melhor direção foi Kathryn Bigelow em 2010 (!!!!) por Guerra ao Terror. 


Recentemente li duas matérias que me deixaram bastante contente, uma foi que a diretora Vera Egito contou com uma equipe criativa formada apenas por mulheres no seu novo filme Amores Urbanos. Na entrevista que eu li, ela conta que fez como os homens, que chamam seus brothers, mas ao invés disso, ela chamou as manas! A outra matéria que eu li, que me alegrou foi que Atrizesde Hollywood estão montando uma produtora feminista, que fará filmes sobre mulheres com lideranças femininas. E eu acho sinceramente que é disso que a gente precisa para ter mais espaço na indústria cinematográfica. Mais sororidade, mais mulheres em lugares de liderança chamando mulheres para serem suas diretoras de fotografia, diretoras de arte, produtoras... enfim.


Para quem quiser conversar ou se informar mais sobre o assunto, haverá um ciclo de debates no MIS (SP) nos dias 19 e 20 deste mês, organizado pelo Coletivo Vermelha, sobre mulheres no Audiovisual. 

Qualquer dúvida, critica, elogio (risos), comentários positivos e negativos, é só comentar aqui em baixo, vai ser um prazer para mim responde-los! <3

Postado por Tamires Moura

PS: Não deixem de fazer suas encomendas de páscoa aqui com o Flower Things! Para saber mais é só clicar aqui ó <3

9 de fevereiro de 2016

Precisamos falar sobre cinema nacional

Hoje, finalmente, fui assistir “Reza a Lenda” – filme nacional dirigido por Homero Olivetto e estrelado por Cauã Reymond. Em meio a criticas muito boas e muito ruins (e como ainda não saiu a crítica do Cinema em Cena) decidi ir assistir e tirar minhas próprias conclusões.
É um blockbuster, não para o público que adora um cult, mas é um filme bem bom, com uma montagem incrível, fotografia admirável, trilha sonora amor (Tropkillaz!!), e uma estória bem envolvente. Não vou fazer uma crítica, pois não estou apta para tanto, mas vou deixar o trailer aqui para vocês tirarem suas conclusões.

Reza a lenda - Trailler

“Poxa Tamis, se você não vai fazer uma crítica, por que escolheu este tema?”
Não é exatamente sobre este filme que eu quero falar para vocês, é sobre o cinema brasileiro em si. Antes de ir assistir Reza a Lenda ouvi muita gente dizendo “ah, é o Mad Max brasileiro” ou “ah, filme nacional, credo!”. Também li em portais de notícias que este filme “prova que brasileiro sabe fazer filmes de ação.” Oras... como as pessoas chegaram a essas conclusões? Será que não assistiram Dois Coelhos, ou Assalto ao Banco Central, ou até mesmo Alemão (que não é dos meus favoritos, mas vá lá)?
No fim das contas, o medo não era por ser um filme de ação, mas sim um filme de ação que se passa em um tempo espaço diferente. Sim, o medo era da ousadia de Olivetto em criar um ambiente muito diferente dos que estamos acostumados no cinema nacional. O filme não se passa nos grandes centros urbanos, se passa na caatinga do nordeste, numa história que foge bastante da realidade. Sim! É ousado, e isso é ótimo!
E até me entristece um pouco ouvir dizer que é o Mad Max brasileiro... Não é um filme pós-apocalíptico, só se passa na caatinga... ao contrário do que muita gente (aqui em SP pelo menos) tem muitas famílias que vivem a caatinga e a seca, e não é depois do fim do mundo, é agora. E para além disso, é um filme que ousa por trazer elementos do imaginário brasileiro, o que o torna beeem diferente. A menos que estejam limitando Mad Max a um filme de ação em um cenário desértico. Daí tudo bem. (Daí Acquaria tbm podia ser um Mad Max brasileiro, né não?
Sandy – A Furiosa brasileira!
Quer dizer que o nosso cinema está ampliando os gêneros, e se tornando múltiplo. Óbvio que o público tem medo, estamos mais do que cansados de ir prestigiar o cinema nacional e se deparar com um “Vai que dá Certo”, ou “Tropa de Elite”, ou “Mulheres ao Mar”, ou ainda “Eai? Comeu?”... Como sempre digo, não vou gastar meu dinheiro com cinema se for pra ver outro filme de Fábio Porchat!!

Mas a verdade é que se as produções nacionais (que nem sempre são Globo Filmes, ok?) fossem distribuídas de maneira correta, não precisaríamos passar por isso, quer dizer, cadê os filmes que ganham editais? Os filmes independentes? A REAL produção cinematográfica nacional? Se pra mim, que passei a vida todinha em SP capital, é difícil ter acesso a essas produções, imagina pra quem mora numa cidadezinha pequena, no interior do Mato Grosso, onde só tem um cinema, e o único filme nacional que tá passando é Fabio Porchat??? Claro que o brasileiro tem medo do cinema nacional.
Segundo os dados da Ancine, em 2015, 15 filmes brasileiros fizeram mais de 100.000 espectadores juntos, e somaram 18.000.000 de espectadores. Destes 15, 12 são comédias chanchadas (estilo Fabio Porchat)!!! De 126 filmes lançados no ano passado, 13,5% de títulos fizeram 94,5% dos ingressos e 86,5%dos títulos fizeram 5,5% dos ingressos!!! (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!) Isso é muito alarmante, e não é a toa, a maior parte das nossas produções NÃO está no cinema. E ainda tem gente que reclama da cota para filmes nacionais em salas de cinema. Mas isso é assunto para outro post...
Outra coisa que eu não podia deixar de comentar é a falta de diversidade de atores em filmes da globo... Gente, quando eu era pequena, todos os filmes eram protagonizados pelo Celton Melo, hoje em dia já tem mais atores (risos), mas será que não tinha um maldito ator nordestino para colocarem como protagonista em Reza a Lenda???? Tinham que colocar atores paulistas/cariocas, imitando sotaques nordestinos de forma tão galhofa?? Será que a Globo não aprendeu nada com Cordel Encantado????
Enfim, vamos sim prestigiar filmes brasileiros, por mais filmes como Reza a Lenda, que é um ótimo filme!! (da uma surra em muitos filmes do Nicolas Cage). Mas também por mais filmes como 
Madame Satã e muitos, muitos outros que merecem ser prestigiados!
PS: NÃO! A personagem da Sofie Charlotte NÃO É a Furiosa do sertão!!! Vão assistir o filme!

Post by
Tamires Moura

Ps da Luh: Não esqueçam de participar do sorteio! O resultado sai dia 13!!!!

3 de janeiro de 2016

Cinema, Mecânica e Amor.

COMO NINGUÉM ME AVISOU?
Acabei de assistir "A invenção de Hugo Cabret", na Globo (sim!), dublado (sim!), editado (sim!).
E ainda assim, estou morta.
Bom, como vocês sabem, eu não sei fazer resenha. Eu só falo como me sinto em relação ao filme, ou livro ou sei lá sobre o que eu estiver falando. E em relação ao Hugo, eu ainda estou encantada.
Por que o filme é lindo? até que sim
Por que os atores são maravilhosos? é...
Por que tem o Jude Law? Hehehe
Mas eu estava assistindo ao filme desinteressada, domingo a tarde, sem programação. Sou dessas pré-conceituosas que acham que quando o filme chega ao horário da tarde na Globo, é por que não vale nem a pena ver. (Isso não significa que eu mudo de canal, já fiquei presa à "Lagoa Azul" várias tardes da vida, mesmo sabendo tudo que vai acontecer! Hahaha~). Mas então eles começaram a falar sobre cinema.
E eu já sou apaixonada por cinema. Eu até comecei a introduzir vocês nos meus estudos nesse post sobre cinema antigo, lembram? Até aí ok. Mais um filme sobre cinema que eu vou amar assistir.
Mas ninguém me avisou que ele ia me matar do coração, sabendo que um dos protagonistas interpreta o próprio Georges Meliés. E fala sobre todos os seus primeiros filmes e tudo que eu andei estudando e que me apaixonei tanto.
Acabou que o filme é uma mistura de tudo o que eu mais amo no cinema (seus primórdios) com um livro que eu também sou apaixonada - A mecânica do coração (que eu ainda vou mostrar aqui!)- que por acaso o amado Georges também aparece! É muita coincidência, e muito amor.

Estou muito muito muito louca pra ler o livro!
Inclusive se alguém quiser me emprestar, estou esperando *-* prometo ler com todo o carinho e devolver intacto!

Agora vamos falar de Harry Potter:

Não preciso falar nada né?

Então, é com amor que eu deixo aqui pra vocês a minha aparição no filme agindo como eu ajo no mundo real sempre que vou falar com alguém sobre literatura:

Hahahaha~ aposto que é a reação de muitos de vocês também, né?

Um beeeijo~

19 de agosto de 2015

Cinema antigo ♥

Feliz quarta-feira gente!
Eu sei que o título ficou bem apostila de curso (hahaha~), mas é que atualmente estou estudando pra tentar uma vaga na pós-graduação da USP em cinema (Deus ajude que dê certo!), e tenho assistido muuuuita coisa legal mesmo! E não podia deixar de compartilhar com vocês!
E sabe o que é mais impressionante?
Há bastante tempo eu venho conversando com as pessoas sobre cinema atual, e sempre chego a conclusão de que os roteiros não inovam mais. São tantos rebuts, remakes e adaptações de livros que é difícil achar um roteiro bem original, com uma ideia que você nunca viu antes, que te leve a pensar e etc, sabe?
Atualmente você fica na frente da tela vendo muita ação ou os mesmos romances de sempre.
Talvez por isso começar uma maratona de filmes desde 1906 tenha sido tão bom pra mim!
Então resolvi citar uns títulos do expressionismo alemão dos primórdios pra vocês ♥ 
Pra quem não sabe o que é o Expressionismo Alemão ~ é o movimento que inspira nossos amados diretores lindos como Tim Burton, Alfred Hitckcock e Fritz Lang. Sabe aqueles cenários retorcidos, cheio de iluminação confusa e maquiagem maravilhosa? É isso!
Os filmes são mudos, com poucos daqueles quadros vintages com fala e são bem rapidinhos! Super vale a pena assistir!

O gabinete do Dr. Caligari
A história é de um senhor que chega em uma feira de atrações (Dr. Caligari) e leva seu assistente sonâmbulo como atração, pois ele faz previsões sobre o tempo de vida restante das pessoas. Não vou falar mais pra não dar spoiler, mas é muito sinistro e maravilhoso!
A imagem não é tão boa, por ser um filme bem antigo. Mas só tem 53 min e super vale a pena o tempo!
O filme fez tanto sucesso na época que deu origem ao próprio "Caligarismo" - que outro filme deu origem a um movimento com seu nome?

Nosferatu
Hahaha ~ vou ter que falar que Edward Cullen vai chorar, pois é assim que se faz um filme de vampiro de verdade! 1922. Esse é um pouco mais longo e vocês provavelmente já conhecem a história. Mas sério! Assistam!
O gabinete das figuras de cera 
Esse já não fez tanto sucesso quanto os outros, mas dos que eu vi recentemente, é um dos meus preferidos. Um jovem rapaz está procurando emprego em um circo e o dono da casa de cera do local o contrata para que ele escreva histórias assombradas sobre os bonecos, pra atrair publico! Já da pra imaginar o que acontece né? Só que não! ♥ 
(Esse infelizmente não tem legendas. Mas são poucos quadros e o inglês é bem simples!)

Então, espero que vocês assistam e gostem das indicações! Como eu to estudando pra caramba, ainda vou colocar muita coisa que eu amar por aqui! Tenham paciência comigo! Hahaha~

Conhece algum filme antigo perfeito? Algum filme atual com roteiro original? Conta pra gente!
Eu to super procurando novos títulos! 

Um beijo,
Luciana Matos ♥ 

PS: Um suuuuuuuper parabéns pra nossa Litta (irmã da Tamires!) que faz aniversário hoje! Tudo de booooom, muito sucesso, muitas peças, muito dinheiro, glamour e alegria na sua vida! ♥ 

6 de junho de 2015

Desafio 100 Filmes

Eu sei, vocês acharam que eu tinha morrido! Hehehe! Mas não. Estou aqui, linda e ruiva como sempre. Acho que sempre tem uma época que a gente fica meio desmotivado com o blog, talvez por não saber o que postar, ou por não ter tanto tempo quanto gostaria pra se dedicar a ele.
Mas fiquei morrendo de saudades, e decidi voltar *-*
Em uma geral no pc pra ver o que eu tinha, achei uma pasta cheia de imagens e textos de desafios que salvei ano passado e nunca fiz. Então, resolvi, mesmo que atrasado, fazer todos (aos poucos claro!), começando pelo #Desafio100Filmes! é só clicar no link qu etem tudo explicadinho.

Vou fazer pequenos posts de 20 em 20, pra não ficar tão cansativo :)
Vou colocar primeiro a foto, depois uma breve explicação. Façam exercicios mentais tentando adivinhar antes de ver o nome!

01. Um filme que lembre a sua infância
 Era o único VHS que tínhamos pra ver em casa sem precisar ir à locadora. Sendo assim, vimos pelo menos 40 vezes durante a infância. Sei todas as músicas e quase todas as falas. E se ver hoje ainda me acabo de chorar.
- O corcunda de Notre Dame.

 02. Um filme que marcou a sua adolescência
Alguém não se apaixonou na adolescência por Heath Ledger cantando "Can't take my eyes off of you" correndo dos policiais pela arquibancada? *-*
- Dez coisas que eu odeio em você. 


03. Um filme que passe na Sessão da Tarde e que você adora
Tem como não assistir quando passa?
-Curtindo a vida adoidado.

04. Um filme que você considera um clássico
Cantemos e choremos juntos. Nada pode ser mais clássico.
- O Rei Leão.

05. O melhor filme de seu diretor favorito
É clichê, mas é verdade. O filme mais lindo, mais perfeito, mais infância, mais Natal no SBT, mais vida, mais tudo. 
- O Estranho mundo de Jack.

06. Um filme de vampiro
Ok. Me julguem. É um filme de vampiro, e é uma fofura de amor.
- Crepúsculo.

07. Um filme que você gostaria de ter assistido no cinema e não viu
Simplismente não tive coragem. Se eu fosse no cinema estaria admitindo que a saga ia mesmo, de verdade, sem dúvidas, acabar. Hoje me arrependo, queria ter ido. Mas ainda sim, levei um ano e meio pra assistir. 
- Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2.

08. Um filme ruim de um diretor bom
Love Burton, mas esse filme não.
- Alice no país das maravilhas.

09. Um filme de baixo orçamento que você tenha gostado
- Pequena Miss Sunshine.

10. Um filme com uma ótima música-tema
Alguém passou 2007 sem cantar "Anyone else but you"?
- Juno.

11. Algum filme que te traga boas lembranças
Essa sou eu, com 12 anos, vestindo minha melhor roupa toda terça-feira, durante váááários meses, pra ir encontrar meu marido na tela do cinema.
- Harry Potter e a Camara Secreta.

12. Um filme que você dormiu antes de terminar
Você é lindo, porém chato.
- Capitão América 2.

13. Algum filme que você nunca conseguiu assistir inteiro
Sabe tv a cabo e essa mania de repetir o filme 30 vezes durante 15 dias? Eu vi todas as cenas, mas cada uma em um dia diferente, e não foi cronologicamente. Via o começo, o final, começo de novo, meio, começo, final... nunca sentei pra ver todo de uma vez só.
- A Janela Secreta.

14. Um filme que tenha sido baseado em um livro
Tinha preconceito com adaptações até ver esse. Misturar Neil Gaiman com Tim Burton, impossivel ficar ruim.
- Coraline

15. Um filme que tenha participação de algum famoso que não seja ator
Tive que pedir ajuda nesse. Apesar de saber que Keith Richards estava aqui, não consegui lembrar de jeito nenhum. Aí a Lud me ajudou *-* Pai do Sparrow é tipo uma versão dobrada dele. Amor.
- Piratas do Caribe: Fim do Mundo.

16. Um filme que utilizou de cenas reais
-Esse eu realmente não consegui lembrar de nenhum :/

17. Um que ganhou o Oscar merecidamente
Eu nunca, nunca, tinha visto um filme ganhador de Oscar que merecesse ganhar. Nunca entendo os resultados. Mas esse é lindo.
- Quem quer ser um milionário.

18. Um filme que você nunca assistiria de novo
É ridiculo. Os efeitos são péssimos. Os atores são uma bosta. Mas eu morri de medo aos 16 anos e nunca mais viverei a experiencia. Me recuso u.u
- Premonição 4. (Siiiiim, aquele do parque de diversões.)

19. O melhor documentário
Esse cara simplismente trollou o Brasil inteiro. Um beijo pra ele. Mostra as histórias reais, com imagens reais, do cara que inspirou o personagem do Wagner Moura.
- VIP's: Histórias reais de um mentiroso.

20. Um filme que possui uma excelente trilha sonora 
Melhor, melhor, melhor, melhor melhor melhor melhor melhor.
- O fabuloso destino de Amelie Poulain.

Um beijo.

4 de fevereiro de 2014

O que eu faço enquanto o emprego não vem.

Minha vida atualmente está vagando entre a procura por emprego, procura por apartamento novo e enquanto nada disso acontece, o tempo ocioso em casa tem que ficar menos ocioso, e como ultimamente eu não consigo mais dormir cedo, ando fazendo de tudo e um pouco de cada coisa.
Ia falar das minhas frustrações em relação a essa procura interminável por um emprego, mas acho que ninguém merece ficar lendo meus dramas. 
Vamos falar de coisa boa! :)

Estou vendo Sakura Card Captors. Fui assistir umas aberturas de anime, e acabou que bateu uma nostalgia e comecei a ver do começo. Na verdade, eu só vi os episódios que passavam na Globo, e descobri que são 70 episódios (3 temporadas), 1 especial com o Kero, 3 OVA's e 2 filmes! Coisa pra caramba, né? Ainda to no episódio 7, e aos poucos eu vejo tudo! 
Pra vocês também entrarem no clima, segue a abertura brasileira:
Em relação à mais bela invenção do ser humano junto à tecnologia, tenho um Netflix! *-* Então, os seriados ficam salvos e cada vez vejo um pouco de algum.
Comecei a ver Vampire Diares há pouco tempo também, foi o primeiro livro que eu li em 2014 (Os diários do vampiro - o despertar.) e não achei grande coisa, dai fui ver o seriado e apaixonei nele. Andei até sonhando com o Stefan, vez ou outra! A trama não tem nada de especial em relação a tudo que anda passando sobre vampiros por ai ultimamente, mas é uma boa diversão. E, a propósito, Elena, espero que você morra logo! :)
Um teaser pra vocês se apaixonarem:


American Horror Story. Na terceira temporada já. Gostei muito da primeira, odiei a segunda e morri de amor pela terceira (que ainda não acabou!) (Sobre bruxas, não há nem possibilidade de eu não gostar, porque, né?). Se você não quiser assistir as outras também, pode ficar a vontade, apesar do elenco ser sempre praticamente o mesmo, as histórias mudam completamente a cada temporada.
E o motivo de amor sem limites foi que minha Stevie Nicks se assumiu finalmente bruxa *-* E faz uma participação em um episódio dedicado à ela, junta com a Misty linda.
Querida Nicks, meu amor e admiração por você são infinitos! (L) Obrigada por inspirar meus dias mais difíceis.
Minha música preferida, pra vocês:
Ouço essa canção a cada 5 minutos, e não da pra explicar o que eu sinto. É uma diva, nos 80's, hoje e sempre!
 Breaking Bad - sério gente. Vamos cozinhar? Meu namorado baixou pros filhos de um amigo nosso, e como tava aqui no pc, estávamos sem nada pra ver, começamos e assistir. E ai? Não paramos mais. Se você estiver na pindaíba, for um físico fudendo muito bom, sua vida já tem sentido outra vez!
Teaser pra animar! (Eu sei, eu to muito de colocar videos agora que eu descobri como faz! Hahaha) Depois desse trailler comentado, não tem como não querer ver!
E claro que rola um video game! Enquanto meu PS3 está sendo ressucitado pelo querido Trovão (sério, o nome do técnico é esse mesmo!) vamos de Wii, e com o bom e velho Mario, e uma versão galáctica e sem gravidade, completamente louca e etc! Passo as madrugadas nele, e "a culpa é das estrelas" que eu tenho que pegar! Valeu o trocadilho, feito pelo meu namorado, numa noite dessas de Wii e Nescau! 
Gameplay bem diver: (é grande, mas se assistirem só o começo já da pra ver direitinho como funciona o jogo feliz!)


E não podiam faltar livros.
Morte de Tinta, o terceiro da trilogia Mundo de Tinta, que leva qualquer um a verdade de que nem sempre o que você vive é realidade e o que está nos livros é ficção.
 E é só!